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domingo, 23 de março de 2014

Como você pode me odiar se eu te amo - Capítulo 7 parte 1

Capítulo 7 - Ela irá nos unir
Cães amam seus amigos e mordem seus inimigos, 
bem diferente das pessoas,
que são incapazes de sentir amor puro
e têm sempre que misturar amor e ódio em suas relações.
Sai da casa dela e fui pra faculdade, depois de um dia muito cansativo, estou chegando na Angelica, to entrando na loja na verdade, ela tava sentada na cadeira atras do balcão olhando o celular
-Nossa, essa moça não trabalha não? -Falei rindo e ela se virou pra mim e riu
-Égua! Achei que era a patroa -Ela riu de novo
-Nossinhora -Eu ri- mudei muito, não?
-De mais -Rimos- O que vai fazer hoje?
-Vou sair com o Thomas
-Ah, ia te chamar pra sair -Fiz bico
-Desculpa, eu vou sair com ele
-Tudo bem, me acostumei a ser negada -Fiz drama e ela riu
-OOh coisinha, a gente faz uma festa do pijama sexta ta bom. Na sua casa ainda -Rimos
-Num quero também não -Ela riu
-Dramatica
-Va se lascar -Ela riu- Cade minha princesinha?
-Ta la atras -Ela foi indo e eu fui atras- Ela, por incrivel que pareça, não tem nenhuma doença, verme, virus
-Serio?
-Serio -Ela abriu a portinha onde a Lindinha estava- Ela só esta um pouco desnutrida e desidratada, você deve alimentar ela com fígado de galinha batido no liquidificador -Ela pegou a lidinha no colo- e sobre a desidratação, bem, vou te dar um remedinho que você deve dar ela uma vez ao dia. SÓ UMA! -Ela deu enfase e me entregou
-Entendido -Eu peguei ela no colo- e o figado é quantas vezes ao dia?
-De tres em tres horas -Arregalei meus olhos
-Como?!
-Tres em tres horas
-Merda, ce sabe que eu não tenho tempo
-Eu sei, mas pra ela se curar mais rápido deve ser feito assim...
-Droga -Ergui a lindinha fazendo ela olhar nos meus olhos- Você mal chegou e ja ta me dando trabalho sua coisinha fofa -Ela lambeu a pontinha do meu nariz- Awwwnt -Envolvi nos meu braços- Não se preocupa que eu vou dar um jeitiinho -Me virei pra Angelica- Quanto deu praga?
-É presente
-Não, serio, quanto?
-É presente saa
-AAh, se insiste -Rimos- Mas quanto ta a coleira? Vou passear com ela
-Olha, pra idade que ela tem, ta baratinha, e vou te fazer promoção.
-Quanto carai
-Cinco reais
-Ótimo -Tirei o dinheiro do bolso e entreguei- Me da uma ai
-Ta
Ela foi saindo e eu fui atras, ficava acariciando o pelo da Lindinha, ela pegava um tanto de coleira e punha em cima do balcão, ela tirou uma rosa ¬¬ e pegou uns enfeites e foi colocando, no final ficou assim, muito enfeitada não acham?!
-Toma -Ela me entregou
-Até parece que vou deixar ela usar isso
-AAh quale!? Ta tão linda -Ela disse abrindo e vindo colocar na minha bebezinha
-Se afaste dela -Eu falei tirando a Lindinha de perto- Isso ta enfeitado de mais
-Camille, ela é uma garota, precisa usar coisas afeminadas
-Mas é minha garota, vai usar o que eu gosto -Peguei uma preta e fui colocar nela
-Nãaao, isso é pra macho -Angelica tomou de mim
-Não, isso é unissex e ela vai usar essa
-Vamo deixa ela escolher -Angelica guardou aquelas coleiras todas e pos as que escolhemos no balcão, logo depois pus a Lindinha em cima do balcão- Então meu anjo, qual dessas duas você achou mais bonita? Essa -Ela apontou pra rosa- Ou essa -Ela apontou pra preta
-Essa -Eu apontei pra rosa- Foi a Angelica que escolheu, e essa -Apontei pra preta- foi a mamãe que escolheu -Ela sentou no balcão e abaixou a cabecinha- O meu anjo, escolhe uma bem bonita pra mamãe colocar em você e você ficar toda linda
-Não precisa ter medo, pode ir -Ela olhou pra Angelica e caminhou em frente as duas coleiras, sentou de novo e ficou olhando as duas, olhou pra preta e depois pra rosa e pegou a rosa com a boca- Gostou dessa? -Ela abaixou a cabeça- Vem aqui que eu ponho em você -Angelica colocou calmamente a coleira e me entregou aquela budega maior que prende a coleira
-Agora que a gente ja tem tudo, vamos dar uma voolta -Falei colocando ela no chão- Obrigada por tudo Nenem
-Disponha nenis
-Vou indo com essa lindeza aqui
-Aqui, não esquece de dar a comida de 3 em 3 horas, e o remedio só UMA vez ao dia -Ela tirou o remedio do bolso e me entregou- Nem se preocupe com o preço que é presente -Ela sorriu e eu também
-Ja que insiste -Rimos- Bom eu vou indo, obrigada de novo
-Por nada
Fui caminhando com a Lindinha até o carro, a coloquei no banco de carona e fechei a porta, entrei do outro lado e me sentei, fui dirigindo até o parque onde os cachorros podiam brincar calmamente, ficamos caminhando uns 10 minutos, ela tava com medo de eu deixa-la sozinha, cheguei em casa e a coloquei dentro da mochila escondida, passei correndo e a deixei em cima da cama
-Fica aqui quietinha que eu vou fazer sua comidinha ta princesa
Fui pra cozinha e usei todo figado de galinha, fritei e bati no liquidificador, o cheiro? DESAGRADAVEL, um fedor que só ele.. Creedo, mas se for melhorar a minha princesa eu não me importo. Peguei uma siringa na gaveta na cozinha e levei no pro meu quarto junto aquela mistureba louca e nojenta, me sentei no chão do lado da Lindinha e enchi a siringa levando a boca dela, eu acho que não estava muito bom, ela se recusava a comer, fazia uma carinha que dava dó, mas eu precisava, isso ia ajuda-la a melhorar .
Assim que terminei tomei um banho e vesti meu pijama, fiquei fazendo algumas tarefas da faculdade, por algum milagre eram poucas, a campainha tocou e minutos depois bateram no meu quarto, escondi a lindinha no banheiro e abri, era o Pedro Lucas
-O que você quer aqui? -Falei seca
-Eu preciso de ajuda -Ele estava chorando, eu odeio ver as pessoas chorando, acaba com meu emocional
-O que aconteceu? -Perguntei tentando parecer brava e desinteressada, mas morria de preocupação, odeio ver pessoas chorando e não poder fazer nada
-Uma guerra dentro de mim -Eu dei passagem e ele entrou sentando na cama, a Lidinha chorava no banheiro, abri a porta e ela saiu
-Uma guerra!? -Falei debochando e ele me olhou serio
-Uma guerra -Ele suspirou tentando se acalmar- Eu ja tentei mudar isso tudo mas eu não consigo, é sempre mais forte
-Do que ce ta falando?
-Da minha vida, ta tudo de cabeça pra baixo -Ele chorou mais- Eu sei que você não se importa, que você me odeia, e com razaão mas, todos os meninos estão com as namoradas, eu briguei com a Larissa e minha mãe saiu com meu pai, então eu não tinha mais ninguém..
-Me explica direito, estou muito confusa
-Eu.. -Ele suspirou- eu não quero falar sobre isso -Me abraçou- Só não quero ficar sozinho -Abracei de volta
-Espero que tudo melhore -Ele riu leve
-Você se preocupa comigo -Ele me apertou
-Não, só não gosto de ver as pessoas chorando. Agora chega disso que eu ainda te odeio.. -Sai dos seus braços e me virei pra frente olhando para a parede- Quando quiser dizer o que ta acontecendo é só falar
-Eu não quero falar sobre isso, eu sempre fico abalado
-Entendo -Ele me abraçou de novo
-Só me abraça ta
-Você ta se acostumando a isso -Falei abraçando ele
-Desculpa -Ele saiu do abraço
-Não pode ficar -Puxei pra perto de mim, e seu rosto ficou bem perto ao meu. Seus olhos começaram a me hipnotizar, sua boca me fazia um convite irresistível, ele ia se aproximando de mim lentamente enquanto suas mãos envolviam a minha cintura, sua respiração ja se misturava com a minha, nossos lábios estavam a milímetros de distancia, ele se aproximava mais e mais, senti alguma coisa deitando em minha pernas, isso me fez despertar daquela hipnose e me afastar dele.
-Você me pediu ajuda, eu estou ajudando, não venha confundir as coisas -falei acariciando o pelo da Lindinha
-Claro, desculpe -Ele se virou pra frente e em questão de segundos ja voltou a chorar- Acho melhor eu ir
-No estado que você esta, vai acontecer o pior. -Ajeitei a Lindinha na minha cama e puxei a cama de baixo da minha- Ce dormi aqui hoje, ai amanhã de manhã se tive melhor você vai, okay?
-Claro -Ele sorriu de lado
-Vou pegar suas coisas, e antes que me esqueça, se alguém tentar entrar aqui, esconda a Lindinha
-A cachorrinha?
-Não, meu travesseiro! -Falei ironica- Lógico neh!
Sai do quarto e peguei algumas coisas pra ele dormir, voltei e ele tava sentado em posição indio olhando o celular, a Lidinha toda esparrachada na cama dormindo
-Aqui estão suas coisas -Joguei pra ele- Você ta com fome?
-Não..
-O que ce comeu??
-Pipoca
-Pipoca não da massa, vou trazer alguma coisa pra você comer
-Naao precisa se incomodar
-Cala a boca, deixa eu te ajudar do meu jeito seu bosta! -Falei nervosa e fui pra cozinha, tinha macarrão, esquentei pra nós dois e voltei pro quarto, comemos e eu levei pra cozinha lavei e guardei. Fui no banheiro, escovei os dentes e me deitei
-Obrigada Camille -O Pedro disse
-Por nada
-Nunca pensei que você iria me ajudar assim
-E não iria mesmo! Você não merece metade do que eu estou fazendo pra você, mas eu não posso ver ninguém chorando
-Adoro a sua sinceridade -Rimos
-Não é porque eu estou rindo que eu estou de bem de você, eu ainda te odeio, e muito!
-Entendo -Ouvi ele suspirar- Esse odio não diminuiu nem um pouquinho? -Isso por algum motivo idiota me fez rir
-Só um pouquinho, quase nada
-Ja é um começo -Eu ri de novo- Ei Cacazinha
-Odeio que me chamem de caca ou cacazinha, me chama de Camille ou Mille
-Mas eu sempre te chamava assim -Isso me fez lembrar de MUITAS coisas
-Mille ou Camille
-Ta bom, Millezinha -Ele riu sem graça- Ce ta fazendo faculdade de que?
-Engenharia marinha -Ele se sentou na cama me olhando serio
-Engenharia marinha? -Ele perguntou incredulo
-É uai, algum problema?
-Não, é que você sempre dizia que iria fazer alguma coisa que envolvia dança, achei estranho
-Claro que eu ainda vou me envolver com a dança, mas nas horas vagas
-Por que só nas horas vagas?
-Porque eu tenho faculdade, e agora eu tenho essa pequetucha pra cuidar
-Mas dança era a sua vida
-Pedro, não vamos falar disso. Vamos dormir -Me cobri- Boa noite
-Boa noite Millezinha
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Então negas, ups?


quarta-feira, 19 de março de 2014

Como você pode odiar se eu te amo - Capítulo 6 parte 5

Cães amam seus amigos e mordem seus inimigos,
bem diferente das pessoas, que são incapazes de sentir amor puro e
têm sempre que misturar amor e ódio em suas relações.
-Tchau Mille -O Pedro me abraçou
-Tchau Pepe -Abracei de volta e eles foram..
Terminei de pegar tudo que eu preciso e fui pro caixa, paguei tudo e levei pro carro, guardei no porta malas e escutei um choro de cachorro, fui caminhando escutando o som, tava vindo de uma caixa do lado do poste de luz do estacionamento, ela ta toda fechado com grampos de grampeado e durex, tirei toda aquela embalagem e tinha um filhote chorando la dentro, peguei ele no colo
-Oi mocinho, que ce ta fazendo aqui? -Ele tremia muito- Vou te levar pra minha casa e vou cuidar de você -Aninhei ele no meu colo e levei pro carro- Não se preocupa que a Camille vai cuidar muito bem de você
Coloquei ele no banco de carona e ele se deitou la, ficou o tempo todo deitadinho quietinho, eu alisava seu pelo, ele faltava dormir de tão meiguinho que era. Finalmente cheguei em casa, peguei ele no colo e corri pro meu quarto, pus ele em cima da minha cama e tranquei a porta, voltei pra garagem e pus tudo na cozinha com a ajuda do Marcio, a Manuelly ia guardando tudo e eu fui correndo pro meu quarto, abri a porta e ele tava deitado todo esparramado na cama..
-Aah seu preguiçoso lindo, você precisa de um banho -Ele se sentou e me olhou com a cabeça virada, enquanto tirava meus sapatos- Isso mesmo, você vai tomar banho, ficar cheiroso que amanhã eu vou te levar na tia Angelica pra ela olhar você -Ele latiu pulando de um lado pro outro- você gostou, não é? -Me sentei na cama e ele veio meio engatinhando pro meu colo- mas você tem que ficar caladinho porque o tio Marcio e a tia Manuelly não gostam de cachorros, a Manuelly até gosta mas é super alergica -Eu peguei ele nos braços e fui pro banheiro- Mas agora você vai tomar um banhozinho -Coloquei ele em baixo do chuveiro e liguei o mesmo- Sem fazer bagunça eim mocinho -Ele latiu de novo -Shhiiiiiiiiiiiu! Ninguém pode saber que você ta aqui -Desliguei o chuveiro e peguei meu xampoo pus um pouco na mão e fui passando nele pra limpar, fui ligar o chuveiro e ele deu uma sacudida que me molhou :C- Poo tiuzinho, não pode fazer isso -Eu ria e ele latiu de novo- Que foi? Ce não é menino? -Olhei para as partes dele e não era ele, era ela '-' - Oushi, me perdoe mocinha, eu não sabia -Eu ri de mim mesma- Mas vamos enxaguar -Coloquei em baixo do chuveiro e fui tirando o xampoo. Devo ter demorado uns 20 minutos para dar banho nela, assim que terminei, peguei uma toalha que eu tinha guardada e enrolei a cachorrinha, pus em cima da minha cama e sequei ela no secador, pra andar rápido, peguei um perfume de bebe que a madrinha tinha esquecido aqui e passei nela- Nossa, mas agora ela ta linda de mais, cherosa e limpinha -Ela se acomodou no meu travesseiro- Ei ei ei, pode e descendo um pouquinho, ce dormi do meu lado mas não no travesseiro -Ela me olhou por baixo com cara de pidona, o que me fez rir- Ei, ce ta com fome? -Ela levantou e foi pra beirada da cama- Vou trazer uma coisa pra você comer e beber -Sorri e sai fechando a porta, o Marcio tava parado na mesma me olhando
-Quem ta ai?
-Ninguém -Falei trancando
-Pra que ce ta trancando?
-Por nada -Disse tentando sair, mas ele me segurou
-Abre
-Não
-Abre
-NÃO -Falei puxando meu braço e indo pra cozinha, peguei duas maçãs, uma vasilha não muito funda, uma garrafinha com água e uma faca, voltei pro meu quarto trancando a porta- Cheguei princesinha -Ela sentou na cama- Vou picar a maçã pra você e colocar a água aqui, ai eu te ponho no chão e você come e bebe ta, enquanto isso, vou tomar banho- Fiz tudo isso e a desci no chão -Se alguém abrir a porta corre pra de baixo da cama, -Ela veio até minha perna e se apoiou nas patinhas traseiras colocando as da frente na minha perna, como se estivesse me agradecendo- Por nada sua princesinha -Alisei seu pelo rapidamente e fui pro banheiro, tomei um banho rapido e limpei a sujeira mais ou menos, pra despistar, sai e vesti uma camisola. Peguei a outra maçã que tinha trago e piquei metade pra cachorrinha e comi a outra metade, bebi o resto da água na garrafinha e pus tudo na mesa de estudos, escovei meus dentes e peguei a cachorrinha no colo- Agora nós duas vamos durmir, ja ta tarde e temos muitas coisas pra fazer amanhã
Puxei a coberta e coloquei ela na cama, me deitei e a aninhei do meu lado, nos meus braços, assim dormimos, acordei no outro dia a fofura ainda dormia como um anjo me levantei e fui me arrumar pra faculdade, a preguiçosa ainda tava dormindo, fui na cozinha e peguei duas peras, leite e meu café ;3 fui pro quarto e pus o leite na vasilha e peguei a pera, acordei a pequena e ela foi comer, comi a pera e tomei café, escovei os dentes e peguei ela no colo, levei na Angelica, ela ainda não tinha saído..
-Nossa que fofura é essa?
-Eu achei no estacionamento do supermercado ontem, ai eu queria que ce desse uma olhada nela pra mim, pra ver se tem alguma coisa..
-Sem problemas -Angelica a pegou do meu colo- Como ela chama?
-Não sei, tava sem nome..
-AAh posso escolher?
-Não -Falei rindo- falai
-Lindinha..
-Nossa, quanta criatividade
-Licença, esse nome é lindo, perfeito..
-É mesmo -Ri de lado- eu vou busca-la depois da faculdade..
-Claro -Ela sorriu- O Marcio deixou você ficar com ela?
-Ele nem sabe
-Isso vai dar uma meeerda
-E como vai, mas eu ja vou indo
-Tem tempo não?
-Tenho uns 20 minutos
-Vou abreviar tudo -Ela sorriu- Eu e o Thomas estamos ficando, não é nada serio de mais, a gente ta só dando uns beijinhos as vezes..
-Nossa -Fitei o chão por alguns segundos e a olhei- Ja?
-Como assim ja?
-Ta muito rápido, você não acha não?
-Não..
-Okay ne, eu vou indo, depois da faculdade eu pego a Lindinha la..
-Ta bom então
Sai da casa dela e fui pra faculdade
[..]
----------------
Mdds, nunca chorei tanto fazendo um post :s pra quem não sabe, o nome da minha cachorrinha era lindinha, eu tinha ela desde meus 2 anos, ela faleceu ano passado, me deu uma saudade dela.. Chorei tanto que to soluçando, pra mim foi meu post mais triste desde que faço fanfics, eu ja tenho 3 :s tem mais 2 aqui pra terminar, então ja imaginam..
Mas enfim, ups?

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Imagine hot com Pe Lanza

Mais um dia chato nessa maldita loja, bufei enquanto analisava a porta, estávamos em junho o que significa baixa temporada de doces, as pessoas quase não apareciam na loja nesse mês todas ocupadas curtindo as férias, enquanto eu ficava aqui contando jujubas. A porta se abriu fazendo um barulho de sinos o que me fez automaticamente olhar para ela, onde havia um garoto de cabelos castanhos, magrelo e muito bonito, e muito familiar.

–Em que posso ajuda lo? -perguntei tentando sooar o mais sexy possivel ele sorriu


–Eu só estou procurando um doce -ele disse sorrindo indo ate as estantes assenti


–Qualquer coisa estou aqui -falei sorrindo, ele assentiu suspirei sabia que estava parecendo meio atirada, droga, isso que da terminar o namoro nessas épocas deixa a gente tão carente...


–Obrigada -falou indo ate as prateleiras  respirei fundo me jogando na cadeira, comecei a mexer entediada no computador vendo meus emails


Posições que os homens mais gostam–se lia em letras garrafais no topo da pagina eu ri abrindo o email da minha melhor amiga, as imagens foram abrindo me fazendo imaginar como alguém conseguia fazer aqui


–Com licença -a voz do garoto me assustou o encarei de perto percebendo de onde o conhecia, Pe Lanza mal podia acreditar na minha sorte, minha melhor amiga iria surtar


–Sim? -falei fechando a pagina assustada ele sorriu


–Eu queri saber se vocês tem o doce, candy goma -ele disse o encarei


–Não sei mas posso olhar no estoque chegou algumas caixas ontem mas não deu tempo de colocar aqui -menti, tive tempo de sobra o problema é que estava morrendo de preguiça


–Tudo bem -ele disse assenti ainda o encarando como ele era lindo -er você pode ir agora -ele disse


–Ah sim -falei saindo pude ouvir sua risada, entrei na “ área dos empregados” onde na verdade havia uma cama dobrável que mais rangia do que era confortável e fui para o estoque abri a tal caixa do doce pegando dois sacos e voltei


–Olha eu... -ia falar mas parei ao ver Pe Lanza encarando a tela do computador, ele me encarou sem graça


–Eu queria err... ver... a... hora -ele disse eu assenti vendo ele voltar para o outro lado do balcão


–Errr eu achei seu doce -falei lhe entregando o saco, olhei o grande volume na sua calça jeans e mordi o lábio


–Claro e quanto que deu? -ele perguntou


–Se quiser a gente pode tentar essa e muitas outras -as palavras sairam da minha boca sem minha permissão  ele me encarou um pouco incrédulo, o que eu mesma fiz olhando o balcão, o encarei


–Eu não quis... -mas antes que algo saísse da minha boca senti ele me prensar contra o balcão, sua língua pediu passagem e eu prontamente cedi o beijo era violento, ele colocou uma mão em minha cintura e a outra na minha perna -desse jeito, podendo me levantar com facilidade- e me colocar em seu colo. Ele deixou o beijo mais quente, mais rápido. O medo de ser pega por alguém me deixava cada vez mais excitada. Suas mãos estavam em minha cintura e em minha perna, me apertando com força; logo, soltei um gemido.


Ele nos levou para porta e me jogo na cama, que rangeu ele sorriu malicioso. Ele abaixou os beijos para o meu pescoço, chupava o mesmo com tanta força, que provavelmente ficariam sérias marcas ali, mas eu não me importava, queria mesmo sentir todo o prazer que ele me proporcionava. Ele tirou minha camiseta junto com o avental da Candy’s sem afastar a boca da minha, senti suas mãos em minhas costas procurando o fecho do meu sutiã e não evitei a risada


–Abre na frente -falei abafando a risada em seu ombro ele sorriu


–Eu já sabia -disse liberando meus seios ficou olhando eles por um momento, parando quando eu grudei meus lábios nos deles começando um beijo cheio de desejo. Eu arranhava suas costas e ele mantinha uma mão em minha bunda, e a outra estava em meu seio, apertando-o com força, me fazendo gemer.


Ele me puxou mais, grudando nossos corpos por completo, e me fazendo sentir sua ereção, mesmo ainda estando de calça. Ele começou a beijar meu colo, dando chupões em meus seios. Inclinei minha cabeça para trás, apenas sentindo o prazer invadindo meu corpo por completo.


Eu o afastei do meu corpo, fazendo-o parar com os chupões, e me olhar com uma expressão de dúvida. Mandei um sorriso malicioso para ele e me pus de pé em sua frente. Eu o empurrei com as mãos até a cama que tinha ali, fazendo-o se sentar na mesma. Depositei um selinho em sua boca, e fui descendo, dando beijos por todo seu corpo, parando em alguns lugares específicos, até chegar a sua barriga, onde fui dando mordidas e beijos. Logo, cheguei ao seu cinto, sem esperar muito, o abri, já abrindo o fecho da calça junto. Eu a puxei para baixo sem nem um pouco de delicadeza. Subi minhas mãos, arranhando sua perna já descoberta, até chegar em sua boxer  puxando-a, do mesmo jeito que fiz com a calça. Subi novamente e o beijei, um beijo calmo, mas ao mesmo tempo, gostoso.


Parei o que estava fazendo e me levantei, observando seu corpo nu. Inclinei-me em cima dele e passei minhas mãos por todo seu corpo, parando em seu membro já totalmente ereto. Eu o segurei com força, e aproximei minha boca do mesmo, abocanhando com vontade. Chupei rápido, às vezes chupando um pouco devagar, e, quando eu fazia isso, Pedro soltava gemidos de desaprovação.


Ele gemia de uma forma sexy e provocante, me fazendo o chupar com mais vontade que antes. Logo, senti o gosto do pré-gozo, fui aumentando ainda mais os movimentos e chupando com mais força. Ele gozou dentro da minha boca, soltando um gemido alto e logo relaxando o corpo. Sem esperar um minuto, subi até sua boca e o beijei, dividindo seu próprio gosto com ele.


Pedro me agarrou pela cintura e me puxou para mais perto de seu corpo, nos colando ainda mais. Virou-se na cama que rangeu, ficando por cima de mim. Parou com o beijo e me olhou nos olhos com desejo. Aproximou-se do meu pescoço e deu leves mordidas ali, começando a descer para meu colo.


Sua atenção voltou para os meus seios, os olhando com desejo. Começou a mordê-los e a chupar os mesmos com vontade. Soltei um gemido alto. Desceu os beijos para a minha barriga, não parando por ali e logo chegando em minha calça. Ele foi tirando-a sem delicadeza alguma, igual como eu fiz antes com ele. Ele subiu as mãos para as minhas pernas, alcançando a calcinha e brincando com o elástico dela. Soltei um gemido desaprovando o que ele fizera, e logo tirou minha calcinha.


Afastou minhas pernas, e sem pensar muito, aproximou a boca da minha intimidade e começou a sugar a mesma. Colocou um de seus dedos nela, fazendo movimentos circulares com o mesmo, logo colocando outro. Seus dedos eram rápidos, eu me contorcia na cama. Ele os tirou de lá e penetrou a língua na minha intimidade, fazendo movimentos com ela, me sugando gemi alto me contorcendo na cama.


Avisei que iria chegar logo ao orgasmo, e ele me penetrou novamente com os dedos, dessa vez com três, ainda com a língua dentro da intimidade. Aumentou a velocidade e logo eu tive meu orgasmo, soltando quase um grito e relaxando.


Ele sugou todo o líquido que eu havia largado, e fez o mesmo que eu, me beijo, dividindo meu gosto comigo.


Eu me virei na cama, deixando-o por baixo, colocando minhas pernas em volta do seu corpo. Aproximei meus lábios de seu ouvido e dei uma pequena mordida no mesmo.


Senti as mãos dele segurarem firme em minha cintura, me puxando para baixo. Selou nossos lábios e, em questão de segundos, sua língua invadiu minha boca com brutalidade, brigando com a minha. Suas mãos apertavam a minha cintura com força, me fazendo soltar pequenos gemidos durante o beijo. Ele parou com os movimentos que sua língua fazia e terminou o beijo com um selinho demorado.


Virou-se novamente na cama, ficando por cima. Afastou-se do meu corpo e olhou para todo ele, seus olhos transbordavam desejo e luxuria. Colocou as mãos em minhas pernas e as afastou, ficando no meio das duas. Olhei para ele e soltei um sorriso, logo o senti me penetrando com força. Dava estocadas fortes e rápidas, eu sentia um misto de dor e prazer. Cada vez ele estocava mais rápido, com mais força, mais vontade. Ele procurou rapidamente por minha boca, dando um beijo meio desajeitado na mesma, que não durou muito. Uma de suas mãos estava em meus seios, apertando-o com força, e a outra estava em minha cintura, pressionando-o com força. Comecei a mexer minha cintura, e logo senti as mãos dele levantando minhas pernas, colocando-as em volta de sua cintura, conseguindo dar estocadas dentro de mim mais fortes.


Eu gemia alto, mesmo sabendo que qualquer um que passasse entrasse na loja poderia ouvir. Eu não me importava, nada me importava naquele momento.


–Mais forte... Pe... Pedro -falei para ele, que logo me obedeceu, dando estocadas mais rápidas e fortes. Chegamos ao orgasmo ao mesmo tempo, soltando um grito alto.


Pedro deitou do meu lado ainda ofegante ficamos em silencio ate nossa respiração se acalmar um celular começou a tocar, um toque alto e chato Pedro se levantou rapidamente colocando a boxer no meio do trajeto


–Alo -ele atendeu -sim, eu sei... -pausa -eu volto logo Thomas -ele disse revirando o olhos sorri -estou err ocupado -ele disse me analisando ainda nua sorri -não te interessa cara... ta tchau -ele disse desligando


–Problemas? -perguntei ele negou sorrindo


–Nada de mais -disse dando de ombros


–Pronto pro segundo round? -perguntei maliciosa ele sorriu voltando a me beijar.

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Espero que tenham gostado, retirado desse blog